“After all that I’ve been through
Who on earth can I turn to?”
* I look to you – Whitney Houston *
janeiro 8, 2010
“After all that I’ve been through
Who on earth can I turn to?”
* I look to you – Whitney Houston *
dezembro 1, 2009
“Não sei se quero descansar, por estar realmente cansada ou se quero descansar para desistir”
* Clarice Lispector *
outubro 12, 2009
“Meu coração tá ferido de amar errado”
* Caio Fernando Abreu *
setembro 1, 2009
“De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho
Será um atalho
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso…”
* Zeca Baleiro *
agosto 23, 2009

“… De todos que me beijaram,
de todos que me abraçaram,
já não me lembro, nem sei!
São tantos os que me amaram, são tantos os que eu amei…
Mas tu, que rude contraste,
tu que jamais me beijaste, tu que jamais abracei,
só tu nesta alma ficaste de todos os que eu amei”
* Paulo Setúbal *
agosto 3, 2009

“Há um lugar para onde posso ir. Um lugar para onde sempre posso ir.
A casa de meus pais.”
* Sophie Kinsella – Os delírios de consumo de Becky Bloom*
julho 6, 2009
“That I would be good even if I did nothing”
*Alanis Morissette *
junho 20, 2009

Siga em paz….
Acho que eu também precisava te dizer isso, precisava virar essa página.
maio 7, 2009

“Às vezes é preciso recolher-se. O coração não quer obedecer, mas alguma vez aquieta; a ansiedade tem pés ligeiros, mas alguma vez resolve sentar-se à beira dessas águas. Ficamos sem falar, sem pensar, sem agir. É um começo de sabedoria, e dói. Dói controlar o pensamento, dói abafar o sentimento, além de ser doloroso parece pobre, triste e sem sentido. Amar era tão infinitamente melhor; curtir quem hoje se ausenta era tão imensamente mais rico. Não queremos escutar essa lição da vida, amadurecer parece algo sombrio, definitivo e assustador. Mas às vezes aquietar-se e esperar que o amor do outro nos descubra nesta praia isolada é só o que nos resta. Entramos no casulo fabricado com tanta dificuldade, e ficamos quase sem sonhar. Quem nos vê nos julga alheados, quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é ambigüidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem sabe, um dia os seus acenos”.
* Lya Luft *
Emprestei daqui!
maio 4, 2009
Fiz o teste…não resisti, faz algum sentido!



“A paixão segundo GH”, de Clarice Lispector
Você é daqueles sujeitos profundos. Não que se acham profundos – profundos mesmo. Devido às maquinações constantes da sua cabecinha, ao longo do tempo você acumulou milhões de questionamentos. Hoje, em segundos, você é capaz de reconsiderar toda a sua existência. A visão de um objeto ou uma fala inocente de alguém às vezes desencadeiam viagens dilacerantes aos cantos mais obscuros de sua alma. Em geral, essa tendência introspectiva não faz de você uma pessoa fácil de se conviver. Aliás, você desperta até medo em algumas pessoas. Outras simplesmente não o conseguem entender.
Assim é também “A paixão segundo GH”, obra-prima de Clarice Lispector amada-idolatrada por leitores intelectuais e existencialistas, mas, sejamos sinceros, que assusta a maioria. Essa possível repulsa, porém, nunca anulará um milésimo de sua força literária. O mesmo vale para você: agrada a poucos, mas tem uma força única.
Quer saber tb que livro seria, faça o teste.